* 09 suspeitos forma mortos e dois presos, após tentarem explodir agência bancária em Alagoas.

A Polícia Civil de Alagoas informou nesta terça-feira (3) que os suspeitos que tentaram explodir uma agência bancária em Girau do Ponciano, cidade do Agreste alagoano, eram naturais dos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Nove morreram e dois foram presos na madrugada de segunda (2)
A informação foi divulgada pelo delegado Cayo Rodrigues, durante entrevista ao AL1

"Nós também apreendemos cinco veículos e nove armas de fogo. Não identificamos até o momento nenhum suspeito de Alagoas, são todos de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte", revelou o delegado. 

Até as 15 horas desta terça, 7 dos 9 envolvidos que morreram durante a ação foram identificados. São eles:
  1. Thalyson Jeins de Moura Severiano, 30, do Rio Grande do Norte
  2. Raphael Oliveira Silva, 35, da Paraíba
  3. Bruno Santiago, 33, de Pernambuco
  4. João Paulo da Silva, 45, de Pernambuco
  5. José Humberto Brasileiro, 44, Pernambuco
  6. Sílvio Ricardo Queiroz dos Santos, 35, de Pernambuco
  7. Luiz Henrique da Silva Neto, 31, do Rio Grande do Norte
Os nomes dos presos também foram divulgados, Diego Pinto Vieira, 36, e Raphael Maia Lins Salles, 33, ambos do estado de Pernambuco. 

O delegado explicou que o grupo já vinha sendo monitorado, desde o roubo a uma agência bancária em outro município do interior de Alagoas. 

"Já vínhamos acompanhando esse grupo há algum meses. O mesmo grupo é responsável pelo arrombamento de uma agência em Porto Calvo, em fevereiro. Desde então, a gente passou a acompanhar, a analisar suas ações e chegou à conclusão de que eles iriam atacar algum município do nosso estado", afirmou o delegado. 

Quando os policiais chegaram a Girau, houve uma perseguição que resultou em troca de tiros. Sete vítimas foram levadas para o Hospital de Emergência de Arapiraca, mas morreram. Outros dois suspeitos morreram no local do tiroteio. 

Os presos vão responder por organização criminosa e posse de artefatos explosivos. "O núcleo principal do grupo foi desarticulado, mas continuaremos os trabalhos para saber se mais alguém oferecia apoio ao grupo criminoso".
Boca quente...
 G1/AL

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