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* “Enfia no cu”, dispara Anitta contra foliões em camarote da Sapucaí.

O que era para ser uma noite de festa na Marquês de Sapucaí, na noite de sábado (21/2), acabou em estresse durante o desfile das campeãs. Anitta se estressou com foliões que usavam celulares na área reservada de um camarote, xingou todo mundo e proibiu os aparelhos.

As informações foram confirmadas por uma internauta, identificada como Laila Senna: “Anitta me pega o microfone e manda as pessoas desligarem o celular, avisando que naquela área ali ia começar a ser proibido celular. Ela não falou assim ‘gente, vocês podem não filmar agora?’. Não, ela mandou todo mundo que tava com o celular na mão, enfiar no cu”, relatou a moça, antes de completar:

“[Falou] ‘enfia essa porra desse celular no cu de vocês, não posso ficar bêbada? Todo mundo proibido celular’. Ela não estava no espaço dela, estava num espaço que a gente pagou caro pra estar”, reclamo.

Mais detalhes

Ainda na postagem, ela desabafou: “E ela gritando e mandando nas pessoas. Tipo assim, não quer ser filmada? Vai pra outro lugar. Graças a Deus, eu não era das pessoas que estava com celular na mão, até porque eu não ia ficar filmando ela ali dentro”, afirmou.

Em seguida, Laila Senna deu mais detalhes: “Ficaram tantos seguranças nessa área e quem pegava o celular, o segurança mandava guardar. Uma área comum do camarote, onde todo mundo podia entrar”, apontou.

No fim, ela contou sobre outros problemas no camarote: O camarote estava R$ 10 mil, acabou a vodca, não tinha em bar nenhum. Quando deu uma 2h30/3h acabou o gin. Como pode pode o ingresso R$ 10 mil e ficar só whisky pra galera? Surreal”, encerrou.

Relato de truculência

A coluna Fábia Oliveira ainda teve acesso à mensagem que outro cliente enviou para a cantora: “Oi, Anitta. Escrevo apenas para registrar algo que considero importante. Ontem, no camarote, um espaço aberto ao público pagante e sem qualquer aviso de restrição de imagens, meu amigo foi abordado de forma agressiva por estar apenas registrando um momento, como qualquer pessoa faria”, começou ele.

Logo depois, o rapaz descreveu: “Nós já estávamos no local quando você chegou. O espaço não se tornou privado ‘pela sua presença’, nem houve qualquer comunicação prévia sobre restrição de imagens. Além do gesto e do tom utilizados, as expressões sugerindo que as pessoas ‘enfiassem o celular’ em partes íntimas foram particularmente incompatíveis com o ambiente e com a dimensão pública que você ocupa”, afirmou a pessoa.

Nossa.

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