Carnaval é sinônimo de rua,
calor, multidão e improviso — inclusive quando o assunto é pegação. E se tem
algo que pode transformar uma noite divertida em perrengue (ou risco) é contar
com a sorte na hora de se proteger. Por isso, montar um “kit sexo” na pochete
pode ser uma escolha simples e inteligente.
A noticia é de HELENA MANDARINO.
A lógica é parecida com levar água, protetor solar e lenço: você não torce para
precisar, mas agradece quando tem. O kit ideal cabe no bolso, não pesa e pode
incluir itens básicos para prevenção de ISTs, proteção e higiene — além de
alguns recursos para evitar situações desconfortáveis, como assaduras,
irritações e acidentes com preservativo.
O sexólogo Vitor Mello destaca
que, além dos itens básicos de cuidado com o corpo, alguns acessórios e
brinquedos sexuais podem fazer parte de um “kit erótico” de quem deseja viver a
folia com mais prazer, consciência e segurança.
Pequenos, discretos e cada vez
mais populares, alguns brinquedos sexuais deixaram de ser exclusividade do
quarto para entrar no universo da curiosidade cotidiana. “Um bullet vibratório,
por exemplo, cabe facilmente na pochete e pode ser usado a sós ou compartilhado,
despertando zonas erógenas que vão muito além do óbvio.”
O sexólogo dá duas sugestões:
Prendedores de mamilo: são
simples, mas potentes. Estimulam áreas sensíveis, despertam atenção para o
corpo e funcionam como parte do jogo erótico, aquele que começa antes mesmo de
qualquer toque mais direto.
Géis beijáveis: entram como
aliados do tempo e da curiosidade. Com sabores e sensações diferentes, convidam
à exploração do corpo inteiro, transformando beijos em experiências mais lentas
e sensoriais.
Segundo o sexólogo, o maior erro
é associar a liberdade à falta de responsabilidade. “O verdadeiro prazer
acontece quando existe segurança emocional e física. Consentimento, conversa e
respeito são os itens mais importantes desse kit, mesmo que não caibam na
pochete.”
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