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* Normal do Bolsonarismo: TSE barra pesquisa irregular de empresa mexicana que favorecia Flávio.

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, determinou, na última sexta-feira (30/1), a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral que apontava vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno, por falta de registro prévio na Justiça Eleitoral.

O levantamento foi publicado pela consultoria mexicana Áltica Research na última terça-feira (27/1), no qual trazia um panorama sobre a avaliação do atual governo e intenção de voto para as eleições presidenciais deste ano, sem o registro obrigatório no TSE.

De acordo com a empresa, o levantamento foi feito entre os dias 23 e 25 de janeiro, com 1.200 entrevistados com 18 anos ou mais em todo o Brasil.

A pesquisa, não regulamentada, mostrou uma vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um possível 2º turno. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparecia com 48% das intenções, enquanto Lula 46%, dentro da margem de erro de 2,83%.

O estudo empregou um painel web recrutado por river sampling, cuja composição foi depois ajustada para espelhar a distribuição da população brasileira.

A decisão liminar do TSE se deu após representação proposta pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) durante o recesso forense. O parlamentar afirmou que a empresa divulgou, em plataformas digitais de grande alcance, um levantamento com percentuais, comparações entre cenários e projeções relativas à eleição presidencial no Brasil sem o registro obrigatório no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) do TSE.

No site institucional, a empresa mexicana detalha que o levantamento foi feito e financiado de forma independente como parte do projeto “Painel Opiniões Públicas América Latina 2026″. A empresa já excluiu a pesquisa das redes sociais. 

Flavio Rachadinha começou cedo.

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