O evento de filiação do PL no Rio Grande do Norte, que prometia força e unidade, acabou entregando um retrato bem mais modesto do que o anunciado. Dos 92 prefeitos que Álvaro Dias dizia mobilizar, só 34 apareceram. Menos de 40 diante de uma promessa que ultrapassava os 90. Para um ato que queria demonstrar capilaridade, a conta não fecha e expõe um descompasso entre discurso e realidade.
A ocasião serviu para apresentar a chapa majoritária no estado, com o próprio Álvaro Dias ao governo, Babá Pereira como vice, Hélio Oliveira e Styvenson Valentim ao Senado, além do palanque nacional com Flávio Bolsonaro. Mas o que era para ser vitrine acabou soando mais como ensaio, com cadeiras vazias falando mais alto que os discursos.
Nos bastidores, a baixa adesão foi lida como sinal de que a articulação ainda patina e não empolga como o esperado. Afinal, foram menos de 40 prefeitos presentes frente a mais de 90 prometidos, um contraste que escancara a dificuldade de transformar expectativa em realidade política.
No fim, o evento que queria marcar largada terminou revelando fragilidade. Promessa grande, entrega pequena. E um alerta claro de que, pelo menos por agora, o projeto ainda não saiu do papel como tentam vender.
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