O ex-jogador Oscar Schmidt foi
cremado na noite de sexta-feira (17), em uma cerimônia reservada apenas à
família, vestindo a camisa da seleção brasileira de basquete. O local não foi
divulgado. A informação foi confirmada pelo Jornal da Globo.
Considerado um dos maiores
nomes do basquete brasileiro, Oscar morreu na tarde do mesmo dia após passar
mal em casa, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Ele foi levado ao
Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Alphaville, mas já chegou
em parada cardiorrespiratória e não resistiu.
Carreira histórica e luta contra
doenças
Ídolo nacional, Oscar construiu
uma trajetória marcada por recordes e protagonismo. Ele é reconhecido
como um dos maiores pontuadores da história do basquete mundial, incluindo
marcas expressivas pela seleção brasileira e em Jogos Olímpicos.
Nos últimos anos, enfrentou
problemas de saúde. Desde 2011, tratava um tumor cerebral, inicialmente
benigno, que posteriormente evoluiu para maligno. Além disso, também lidou com
complicações cardíacas, como arritmia diagnosticada em 2016.
Mesmo diante das
dificuldades, manteve o bom humor e o apego à vida, frequentemente
destacando sua vontade de se recuperar. Nos anos mais recentes, viveu de forma
mais reservada, priorizando a família e o tratamento.
Despedida íntima e legado no
esporte
Em nota, a família agradeceu as
homenagens recebidas e reforçou que a despedida ocorreu de forma discreta,
apenas entre parentes próximos.
Oscar encerrou a carreira em
2003, atuando pelo Flamengo, e deixou um legado que atravessa gerações.
Multicampeão e referência dentro e fora das quadras, ele costumava resumir sua
filosofia de vida de forma direta: valorizar cada momento e viver
intensamente. Com informações do G1
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