O presidente estadual do Partido
Novo no Rio Grande do Norte, Renato Cunha Lima, indicou a pré-candidatura do
empresário Flávio
Rocha durante entrevista ao programa Repórter 98, da 98 FM Natal,
nesta quinta-feira (23). Recentemente, Rocha se filiou a legenda e transferiu
seu colégio eleitoral para o RN.
“É muito óbvio o movimento que
ele fez. Se ele se filia a um partido, se ele volta a ser eleitor do Rio
Grande do Norte, é porque ele é pré-candidato. Não faria essa movimentação toda
para ficar apto a ser candidato, se não fosse para ser candidato. Evidentemente
que ele é pré-candidato ao Senado da República”, afirmou Cunha Lima.
De acordo com ele, Rocha ainda
não assumiu publicamente a candidatura porque busca a construção de sua
campanha por meio de alianças com nomes locais e nacionais. O presidente do
Novo ressaltou que, apesar disso, o nome do empresário já está à disposição, e
relembrou que o nome dele ainda não foi citado nas últimas pesquisas
eleitorais.
“As conversas estão
ocorrendo.Conversas em Brasília, conversas aqui. Elas estão
ocorrendo. Muitas vezes elas não são publicitadas, porque isso existe uma
construção dentro de um grupo político. Agora, que elas estão ocorrendo, estão
ocorrendo. E em breve, acredito que no próximo mês, em meados, ele estará,
inclusive nessa bancada e em outras bancadas”, disse.
Possibilidades
Questionado sobre possíveis
composições entre Flávio Rocha e os grupos dos pré-candidatos Allyson Bezerra
(União Brasil) e Álvaro Dias (PL), o presidente do Partido Novo comentou sobre
os cenários. Para ele, uma candidatura na chapa de Bezerra seria “improvável”.
“Eu acho
improvável. Impossível na política, eu nunca vi. Mas improvável
é. Improvável porque não é o nosso desejo como partido
Novo. Inclusive, a gente está contribuindo com o plano de governo de
Alvaro, não faz nenhum sentido fazer esse movimento”, comentou.
Sobre uma aliança com a direita,
Cunha Lima revelou que seu grupo conversou com o atual pré-candidato do PL ao
Senado, Coronel Hélio, visando que ele assumisse a primeira suplência da chapa,
dando o seu lugar a Flávio Rocha. Ele, por vez, afirmou que tem o sonho de ser
candidato.
Cunha defendeu que a melhor chapa
deve ser elaborada por meio de pesquisas que atestem qual possui mais força
para vencer nas urnas.
“Ele disse que tem um sonho de
ser candidato, e a gente tem que respeitar, mas isso a realidade se
impõe. Se a questão das pesquisas eleitorais, não essas que são
publicitadas apenas pela empresa, mas aquelas que são feitas para o
consumo interno dos partidos, elas vão mostrando uma estratégia que mostra
qual composição é mais viável para a direita conseguir abialhar mais
votos”, complementou.
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