A investigação da Polícia Civil
aponta que o ex-padrasto suspeito de matar e enterrar a menina Pétala Yhoná, de
sete anos, cometeu o crime para causar sofrimento à mãe, classificando os atos
como um vicaricídio. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil nesta
segunda-feira (20).
A legislação prevê pena de
reclusão de 20 (vinte) a 40 (quarenta) anos para o crime, podendo ser aumentada
de 1/3 (um terço) até a metade, a depender das circunstâncias.
A corporação, porém, ressaltou
que o caso ainda está em investigação. A causa da morte ainda será confirmada
por meio de exames periciais realizados pela Polícia Científica do Rio Grande
do Norte, que foi acionada para os procedimentos no local.
A descoberta do crime
A Polícia Civil prendeu o
suspeito do crime durante a manhã desta segunda-feira na comunidade do
Leningrado, na zona Oeste de Natal.
De acordo com as informações, a
criança foi vista pela última vez na noite do domingo (19). O desaparecimento
foi registrado nesta segunda-feira (20), sendo o caso imediatamente encaminhado
à Polícia Civil, que iniciou diligências para localizar a vítima. A criança
estava sob os cuidados de familiares e foi vista nas proximidades da residência
onde costumava permanecer, não sendo mais localizada desde então.
Após o registro, as equipes
intensificaram as buscas, o que resultou na identificação e prisão do suspeito,
ex-companheiro da mãe da vítima. O corpo da criança foi localizado no quintal
da residência do investigado.
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