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* Após reunião com Lula bolsonarismo sofre derrota e Hugo Motta diz que PEC do fim da escala 6×1 terá jornada de 40 horas e transição de um ano

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (25) que o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 estabelecerá jornada semanal de 40 horas, garantia de dois dias de folga por semana e um período de transição de até um ano para adaptação das empresas.

Ao apresentar os principais pontos da proposta, Hugo Motta declarou que a redução da jornada de trabalho sem redução salarial será um dos pilares do texto que será levado à discussão no Congresso Nacional.

Nós estamos garantindo que iremos reduzir de 44 horas para 40 horas semanais. Isso estará no texto do relator”, afirmou.

Segundo o presidente da Câmara, o fim da escala 6×1 também será tratado como ponto “inegociável” dentro da proposta.

Nós acabaremos com a escala 6 por 1. Garantiremos dois dias de folga por semana para os trabalhadores”, disse.

De acordo com Hugo Motta, a PEC prevê uma implementação gradual das mudanças. O texto deverá estabelecer que, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, a jornada semanal seja reduzida imediatamente em duas horas, passando de 44 para 42 horas semanais.

Após 12 meses, ocorreria uma nova redução de duas horas, chegando ao total de 40 horas semanais.

“Faremos a redução de duas horas imediatamente, 60 dias após a promulgação da PEC. E após 12 meses, mais duas horas. Então, a transição se dará dentro de um ano”, explicou.

O parlamentar também ressaltou que a proposta não prevê redução salarial para os trabalhadores durante a mudança da jornada e da escala de trabalho.

A discussão sobre o fim da escala 6×1 ganhou força nos últimos meses no Congresso Nacional e nas redes sociais, impulsionada por movimentos trabalhistas e parlamentares que defendem mudanças nas relações de trabalho e na qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.

A PEC ainda deverá passar por tramitação nas comissões da Câmara dos Deputados antes de seguir para votação em plenário.

Lula sempre do lado dos trabalhadores. 
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