Thiago
Rangel (Avante), deputado estadual preso nesta terça-feira
(5) pela Polícia Federal (PF), aumentou o patrimônio em
700% em apenas 2 anos, segundo as próprias declarações à Justiça
Eleitoral.
Rangel foi um dos alvos
da 4ª fase da Operação Unha e Carne, que agora mira fraudes em
compras de materiais e contratação de reformas na Secretaria Estadual
de Educação do RJ (Seeduc). As irregularidades foram mostradas em uma série
de reportagens no RJ2.
De acordo com as
investigações, em 2014 Rangel trabalhava como motorista e tinha
salário de R$ 1 mil.
Sua 1ª eleição foi em 2020,
quando conseguiu uma vaga na Câmara de Vereadores de Campos dos
Goytacazes. Na ocasião, Thiago tinha declarado um patrimônio de R$ 224 mil,
composto por 2 veículos, participação no valor de R$ 60 mil em um posto de
gasolina e uma moto aquática.
Já em 2022, quando foi eleito
deputado estadual, declarou R$ 1,9 milhão em bens, incluindo 18
postos de combustíveis — uma evolução patrimonial de 748%.
Natural de Guarus, em Campos
dos Goytacazes, no Norte Fluminense, Thiago Rangel Lima tem 39 anos e
se declara empresário do ramo varejista.
Rangel iniciou a carreira política como vereador em Campos, eleito em 2020. Durante o mandato, ganhou visibilidade ao participar da criação do programa de transferência de renda Cartão Goitacá.
O empresário teve passagens por cargos na administração pública estadual, como a Superintendência Regional do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-RJ) e a Diretoria de Fiscalização do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro-RJ).
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