A federação União Progressista,
formada por PP e União Brasil, decidiu
não apoiar oficialmente a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL)
à Presidência. Os estados, portanto, estão liberados para embarcar na
candidatura de outros concorrentes.
A decisão se deu após uma reunião
realizada com o presidente do Partido Progressista, senador Ciro Nogueira (PP-PI).
Ele teria reclamado da falta de apoio do filho de Jair Bolsonaro (PL) no caso
envolvendo o Banco
Master.
Como mostrou o Metrópoles,
em busca de apoio para sua candidatura, Flávio foi à convenção da federação em
São Paulo, realizada na segunda-feira (20/7), que confirmou a candidatura do
deputado Guilherme
Derrite (PP-SP) ao Senado na mesma chapa que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos),
que busca a reeleição.
A presença de Flávio no evento
foi articulada pelo próprio Derrite. O convite faz parte de uma estratégia
para sinalizar que, em São Paulo, a federação apoia a candidatura presidencial
do filho mais velho do ex-chefe do Executivo.
Flávio afirmou que foi convidado
pessoalmente por Ciro, que não estava no evento. Os presidentes nacionais do
União e Republicanos também não compareceram à convenção.
Durante o evento, os membros dos
dois partidos se referiram ao pré-candidado do PL como “presidente” e “futuro
presidente”, como o presidente do Progressistas em São Paulo, Maurício Neves.
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