Ana Raquel Santos da Trindade
afirmou ter sido vítima de violência, cárcere privado, abuso sexual e
perseguição. Após fugir, registrou cerca de 20 boletins de ocorrência e pediu
medida protetiva, mas as ameaças continuaram.
Em novembro de 2014, após um novo
episódio em sua residência, Ana disparou 12 vezes contra o homem que a
perseguia. Ele morreu duas semanas depois.
Presa por 24 dias, ela foi
julgada em 2016 e absolvida por unanimidade pelo júri, que reconheceu legítima
defesa e considerou o histórico de violência e as tentativas anteriores de
buscar ajuda.
Mulher do caso.
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