O gesto de Lula ao erguer a mão de Rafael Motta no palanque
em Natal simbolizou o espaço que o pedetista passou a ocupar no grupo
governista.
A cena contrasta com o que ocorreu em julho, em Luís Gomes,
quando Rafael ficou inicialmente fora do palanque e precisou ser chamado pelo
próprio presidente. Agora, na largada da campanha no Rio Grande do Norte,
aparece ao lado de Lula, Cadu e Samanda, em posição de destaque.
Rafael não apenas manteve seu espaço, como ganhou
visibilidade na composição política que vai disputar as eleições de outubro.
Rafael é o cara.
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