A Frente de Evangélicos pelo
Estado de Direito formalizou seu apoio à reeleição de Lula.
Em 2022, o grupo apoiou o presidente, mas só no segundo turno. Neste pleito, no
entanto, se posicionou no primeiro turno.
O movimento progressista criado
em 2016 também fez um jingle que tem como mote: “Crente pode em Lula votar”.
Nesta semana, Lula e a
primeira-dama Janja
se reuniram com pastores e lideranças evangélicas no Palácio do Planalto.
Estavam presentes Nilza Valeria Oliveira, coordenadora-executiva da frente, o
ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, e a senadora Eliziane Gama
(PT-MA).
Como informou a coluna, no mês
passado representantes da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
estiveram em Washington (EUA) para entregar uma carta a congressistas
americanos sobre as eleições brasileiras.
No documento, destacaram a
preocupação com a tentativa de interferência dos Estados Unidos nas eleições
presidenciais do Brasil e apontaram reportagens que destacam o plano da gestão
Donald Trump de enviar funcionários a Brasília para questionar a integridade do
sistema eleitoral brasileiro. A Frente também criticou as medidas tarifárias
dos EUA que afetam exportações brasileiras, ressaltando que elas deveriam se
basear em critérios econômicos e técnicos, evitando influências políticas
internas.
Por fim, os signatários da carta
destacam que, embora alguns líderes evangélicos brasileiros apoiem publicamente
o senador Flávio Bolsonaro, eles não representam a totalidade da comunidade
evangélica brasileira, que é diversa em opiniões políticas.
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