* Caso Carlos Eduardo: MPRN agiu de forma eleitoreira.

O MPRN, via promotor substituto, agiu de forma eleitoreira contra candidatura do Carlos Eduardo (PDT), fato.

Faltando mesmo de 30 dias para eleição do primeiro turno, o órgão se baseou em uma denúncia anônima para mover uma suposta ação contra o postulante.

A retirada da denúncia do SITE do MPRN atesta a total insensatez da interferência do órgão no momento eleitoral.

É necessário maior responsabilidade daqueles que zelam pelo patrimônio público no RN, opinião!
Essa ação tem interferência política no caso, opinião II! 
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