Nesta sexta-feira, 30 de janeiro, completam-se 37 anos da mOrte do cantor potiguar Carlos Alexandre, um dos artistas do Rio Grande do Norte que mais alcançou projeção no cenário nacional. Natural de Nova Cruz, o cantor m0rreu por volta das 13h do dia 30 de janeiro de 1989, em decorrência de um acidente de trânsito registrado na rodovia entre Tangará-RN e São José de Campestre-RN, quando retornava de um show realizado em Pesqueira, no estado de Pernambuco.
Naquele período, Carlos Alexandre havia lançado recentemente o álbum “Sei, Sei”, que se somava a um repertório de grandes sucessos, entre eles “Feiticeira”, “Cartão Postal”, “Sertaneja” e “A Ciganinha”, músicas que marcaram gerações e ajudaram a consolidar seu nome na música brasileira.
De acordo com registros da época, o cantor foi sepultado no dia 31 de janeiro, no Cemitério do Bom Pastor, sob forte comoção popular, com uma multidão acompanhando o cortejo e cantando “Feiticeira” em sua homenagem.
No acidente também morreram o baterista e o contrabaixista, que estavam no banco traseiro do veículo. O motorista, que havia conduzido o carro até a cidade anterior, sobreviveu por estar utilizando o cinto de segurança.
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