O que isso representa, de fato, para o Rio Grande do Norte? A não ser uma vitrine política e mais um gesto simbólico para reforçar posicionamento ideológico, pouco se vê de impacto concreto para o desenvolvimento do estado.
O deputado estadual Coronel Azevedo assumiu a presidência do PL Defesa no Rio Grande do Norte, núcleo temático do Partido Liberal voltado a pautas como legítima defesa e atuação dos CACs (Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores).
A nomeação ocorreu com o aval do presidente nacional da sigla, Valdemar da Costa Neto, além de dirigentes do núcleo temático em nível nacional.
Mas a pergunta que ecoa fora do círculo partidário é simples: em que isso realmente melhora a vida do potiguar comum? Em que essa função impacta emprego, saúde, educação, infraestrutura ou geração de renda?
Nada.
Trata-se de uma estrutura interna de partido, sem poder executivo, sem orçamento próprio para políticas públicas estaduais e sem efeito direto na administração do Rio Grande do Norte. Politicamente, pode reforçar a imagem do deputado como voz alinhada à direita ideológica. Administrativamente, não altera em nada a realidade concreta do estado.
Enquanto municípios enfrentam dificuldades fiscais, gargalos na saúde e desafios estruturais, a criação ou ocupação de cargos temáticos partidários soa mais como movimento de posicionamento político do que como ação voltada ao desenvolvimento.
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