Uma Pesquisa eleitoral divulgada aqui no Rio Grande do Norte passou a enfrentar questionamentos sobre sua confiabilidade. O levantamento teria sido realizado por meio de ligações automáticas com mensagens gravadas, sem entrevistadores humanos.
O modelo, conhecido como URA, usa robôs para fazer perguntas e registrar respostas dos eleitores por telefone. A metodologia é alvo de críticas por limitar o controle sobre quem responde, reduzir a interação e dificultar a verificação do perfil do entrevistado.
Nos bastidores políticos, a pesquisa já é chamada de “pesquisa de robô”, levantando dúvidas sobre a capacidade do levantamento retratar o sentimento real das ruas. Críticos apontam que chamadas automáticas costumam ter alta rejeição e menor credibilidade em comparação às pesquisas presenciais.
A divulgação dos números aumenta o debate sobre o uso de levantamentos automatizados em meio ao avanço da pré-campanha no Rio Grande do Norte.
Robôs.
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